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terça-feira, 31 de maio de 2011

Livro online: Law and Economics (Charles Goetz)

Excelente livro de Charles J. Goetz Law and Economics: Cases and Materials (2006)

Livro online: Anuario de Derecho Constitucional Latinoamericano 2009

ANUARIO DE DERECHO CONSTITUCIONAL LATINOAMÉRICANO 2009

Publicación anual del Programa Estado de Derecho para Latinoamérica de la Fundación Konrad Adenauer. Se especializa en derecho constitucional y publica también artículos relativos a otras ramas del derecho, tales como el derecho procesal constitucional, el derecho administrativo, derechos y garantías individuales, el derecho internacional de los derechos humanos y el derecho de la integración.



I. Derecho constitucional

- Horacio Andaluz (Bolivia), El derecho internacional en el sistema de fuentes: propuesta de artículos para la nueva Constitución de Bolivia (p. 15)
- Pablo Andrés Bonilla Hernández (Guatemala), La inconstitucionalidad por omisión: un proceso que clama por su institucionalización (p. 45)
- Jesús M. Casal H. (Venezuela), Las colisiones constitucionales en la reciente jurisprudencia constitucional (p. 65)
- Ruben Correa Freitas (Uruguay)Perfil comparativo del sistema judicial, en las constituciones uruguaya e italiana (p. 85)
- Roberto Islas Montes (México), Sobre el principio de legalidad (p. 97)
- Carlos D. Luque (Argentina), Un Tribunal Constitucional para la República Argentina: nociones sobre la conveniencia de su incorporación (p. 109)
- José Antonio Rivera S. (Bolivia), Reformas constitucionales y justicia constitucional (p. 125)
- Néstor Pedro Sagüés (Argentina), Notas sobre el poder constituyente irregular (p. 151)
- Hernán Salgado Pesantes (Ecuador), Proceso constituyente y transición en el Ecuador (p. 165)
- Humberto A. Sierra Porto (Colombia), La función de la Corte Constitucional en la protección de los derechos de las víctimas a la verdad, la justicia y la reparación en Colombia (p. 179)
- Francisco Zúñiga Urbina (Chile), La acción de indemnización por error judicial Reforma constitucional y regulación infraconstitucional (p. 189)

II. Derecho procesal constitucional

- Natalia Bernal Cano (Colombia), Variaciones sobre una iniciativa de reforma de la justicia
constitucional en Colombia (p. 211)
- Eduardo Ferrer Mac-Gregor y Rubén Sánchez Gil (México), Cosa juzgada y precedente en la acción de inconstitucionalidad mexicana (p. 239)
- Christine Oliveira Peter da Silva e André Pires Gontijo (Brasil), O amicus curiae no processo constitucional: o papel do “amigo da Corte” na construção do decision-making no âmbito da Suprema Corte dos Estados Unidos (p. 261)
- César Landa (Perú), Autonomía procesal del Tribunal Constitucional: la experiencia del Perú (p. 277)
- Jânia Maria Lopes Saldanha e Angela Araújo da Silveira Espindola (Brasil), A Jurisdição constitucional e o caso da ADI 3510: Do modelo individualista e liberal ao modelo coletivo e democrático de processo (p. 311)
- Angela Cristina Pelicioli (Brasil), A sentença normativa na jurisdição constitucional brasileira (p. 329)
- Lautaro Ríos Álvarez (Chile), Análisis crítico de la acción de inconstitucionalidad en el derecho chileno, con referencias al derecho comparado (p. 349)
- Daniel Ustárroz (Brasil), A experiência do amicus curiae no direito brasileiro (p. 367)

III. Derechos y garantías individuales

Gilbert Armijo (Costa Rica), Poder económico y discriminación etaria: la tutela del adulto mayor como derecho humano emergente (p. 387)
- Emilssen González de Cancino (Colombia), Biotecnología, bioética y derecho en la jurisprudencia constitucional de América Latina (p. 405)
- Víctor E. Orozco Solano (Costa Rica), Breves notas sobre el derecho penal máximo o del enemigo y sus implicaciones sobre los principios constitucionales que rigen la justicia penal procesal y sustantiva (p. 433)
- María Sofía Sagüés (Argentina), Luces y sombras en los juicios al terror. El peregrinaje de la Suprema Corte de los Estados Unidos hacia el reconocimiento de la tutela judicial (p. 443)
- Geovana Tavares de Mattos (Brasil), A inconstitucionalidade da privatização dos presídios (p. 483)
- Karen van Rompaey (Uruguay), Salud global y derechos humanos: propiedad intelectual, derecho a la salud y acceso a los medicamentos (p. 497)
IV. Derechos humanos regionales e internacionales
- Elodia Almirón Prujel (Paraguay), Derechos fundamentales y su incidencia en el plexo constitucional de los Estados (p. 525)
- Wilson Engelmann (Brasil), Os avanços nanotecnológicos no século xxi: os direitos humanos e os desafios (éticos) da regulamentação jurídica (p. 541)
- André Luiz Cosme Ladeia (Brasil), A relativização da soberania em face da preservação dos direitos e garantias fundamentais (p. 559)
- Claudio Nash Rojas (Chile), Alcance del concepto de tortura y otros tratos crueles, inhumanos y degradantes (p. 585)
- Leonardo Nemer Caldeira Brant e Larissa Campos de Oliveira Soares (Brasil), A inter-relação entre o direito internacional dos direitos humanos e o direito internacional humanitário na perspectiva universal e interamericana (p. 603)
- Torsten Stein (Alemania), Los diferentes niveles de protección de los derechos humanos en Europa (p. 621)

V. Derecho de la integración

- Víctor Bazán (Argentina), La integración supranacional y el federalismo en interacción: perspectivas y desafíos (p. 639)
- Waldemar Hummer (Austria), La elaboración de una Carta de los Derechos Fundamentales del Mercosur desde una perspectiva europea (p. 689)
- Alejandro Maldonado Aguirre (Guatemala), El Acta Fundacional de la Nación Centroamericana (p. 723)
- César Montaño Galarza (Ecuador), Relaciones jurídicas entre los tratados de libre comercio suscritos por Ecuador y el derecho comunitario andino (p. 741)
VI. Democracia y Estado de derecho
- Ramiro Ávila Santamaría (Ecuador), Del Estado legal de derecho al Estado constitucional de derechos y justicia (p. 775)
- Bruno J. R. Boaventura (Brasil), Uma contemporânea inserção da consolidação das Leis na re-legitimação das normas jurídicas (p. 795)
- Juan Colombo Campbell (Chile), La judiciabilidad de las cuestiones políticas (p. 815)
- J. Alberto del Real Alcalá (España), Alternativas de gestión del confl icto cultural en el Estado constitucional (p. 827)
- Augusto Durán Martínez (Uruguay), Otra vez sobre la inexistente presunción de legitimidad del acto administrativo (p. 845)
- Martín Risso Ferrand (Uruguay), Desafíos del Estado de derecho (p. 863)
- Rupert Scholz (Alemania), El Estado democrático de derecho como mandato internacional político y constitucional contra el terrorismo, el extremismo y la criminalidad organizada (p. 879)
- Renato Selayaram (Brasil), La construcción de los derechos humanos (p. 889)

Acesse aqui

Livro online: Balanço sobre direitos sociais (Cepal)

Livro com os debates da CEPAL sobre direitos sociais
Leia na íntegra aqui

sábado, 2 de abril de 2011

Livro online: Debates in Contemporary Political Philosophy

Excelente livro, DEBATES IN CONTEMPORARY POLITICAL PHILOSOPHY, editado por Derek Matravers e Jon Pike, traz discussão sobre individualismo, igualdade, democracia e o debate entre comunitaristas e liberais nos Estados Unidos.
CONTENTS
Acknowledgements ix
1 Introduction 1
Part 1
The philosophy of social explanation 5
Introduction 7
2 Methodological individualism 12
S T E V E N L U K E S
3 Marxism, functionalism, and game theory: a case for methodological
individualism 22
J O N E L S T E R
4 Reply to Elster on “Marxism, functionalism, and game theory” 41
G . A . C O H E N
5 Marxism and methodological individualism 54
E R I K O L I N W R I G H T , A N D R E W L E V I N E A N D E L L I O T T S O B E R
Part 2
Distributive justice 67
Introduction 69
6 Distributive justice 73
R O B E R T N O Z I C K
7 Equality as a moral ideal 82
H A R R Y F R A N K F U R T 1111
8 Where the action is: on the site of distributive justice 100
G . A . C O H E N
9 Equality and priority 115
D E R E K P A R F I T
Part 3
Liberalism and communitarianism 133
Introduction 135
10 Liberalism and the limits of justice 140
M I C H A E L S A N D E L
11 The domain of the political and overlapping consensus 160
J O H N R A W L S
12 Communitarian critics of liberalism 182
A M Y G U T M A N N
13 Cross-purposes: the liberal–communitarian debate 195
C H A R L E S T A Y L O R
Part 4
Citizenship and multiculturalism 213
Introduction 215
14 Polity and group difference: a critique of the ideal of universal
citizenship 219
I R I S M A R I O N Y O U N G
15 Contemporary liberal responses to diversity 239
B H I K H U P A R E K H
16 Theories of group rights 248
B R I A N B A R R Y
Part 5
Nationalism 265
Introduction 267
17 In defence of the nation 271
R O G E R S C R U T O N
18 Is patriotism a virtue? 286
A L A S D A I R M A C I N T Y R E
19 In defence of nationality 301
D A V I D M I L L E R
Part 6
Democracy 319
Introduction 321
20 The market and the forum: three varieties of political theory 325
J O N E L S T E R
21 Deliberation and democratic legitimacy 342
J O S H U A C O H E N
22 Philosophy and democracy 361
M I C H A E L W A L Z E R
Part 7
Punishment 381
Introduction 383
23 Punishment, communication and community 387
A N T O N Y D U F F
24 Punishment, penance and the state: a reply to Duff 408
A N D R E W V O N H I R S C H
Appendix: response to von Hirsch 423
A N T O N Y D U F F
25 The justification of general deterrence 428

Livro online: Staatsrechts (Isensee e Kirchhof)

Excelente livro de direito constitucional, organizado por Isensee e Kirchhof em 7 volumes:

domingo, 26 de dezembro de 2010

Livro online: O Príncipe - Maquiavel

Maquiavel (1469-1527) é nome indispensável para quem deseja estudar o processo de formação dos Estados-nação na Modernidade. A separação entre política e ética é sua grande contribuição. Embora republicano, acaba por defender em "O Princípe" um governo forte e duradouro. Duas explicações se podem apresentar para isso. As duas pragmáticas. A primeira mais estritamente política: seu empenho em criar uma Itália unificada e pujante. À época, a península era dividida em pequenos principados, governados despoticamente. A instabilidade institucional era a regra. A segunda razão era mais pessoal. Maquiavel participara de uma conspiração contra a dinastia dos Médici, sendo, por isso, torturado e deportado. É provável que tenha escrito seu livro mais famoso como uma forma de aproximar-se da aristocracia dominante. Tanto assim que o livro é dedicado a Lourenço de Médici. Curiosidade: com a queda dos Médici em 1527, os republicanos o consideram um inimigo capital. Teria morrido de desgosto.

Frases famosas:

"Não se pode chamar de 'valor' assassinar seus cidadãos, trair seus amigos, faltar a palavra dada, ser desapiedado, não ter religião. Essas atitudes podem levar à conquista de um império, mas não à glória"

"Homens ofendem por medo ou por ódio"

"Assegurar-se contra os inimigos, ganhar amigos, vencer por força ou por fraude, faze-se amar a e temer pelo povo, ser seguido e respeitado pelos soldados, destruir os que podem ou devem causar dano, inovar com propostas novas as instituições antigas, ser severo e agradável, magnânimo e liberal, destruir a milícia infiel e criar uma nova, manter as amizades de reis e príncipes, de modo que lhe devam beneficiar com cortesia ou combater com respeito, não encontrará exemplos mais atuais do que as ações do duque."

"Um príncipe sábio deve observar modos similares e nunca, em tempo de paz, ficar ocioso."

"...Pois o homem que queira professar o bem por toda parte é natural que se arruíne entre tantos que não são bons."

"... vindo a necessidade com os tempos adversos, não se tem tempo para fazer o mal, e o bem que se faz não traz benefícios, pois julga-se feito à força, e não traz reconhecimento."

"Tendo o príncipe necessidade de saber usar bem a natureza do animal, deve escolher a raposa e o leão, pois o leão não sabe se defender das armadilhas e a raposa não sabe se defender da força bruta dos lobos. Portanto é preciso ser raposa, para conhecer as armadilhas e leão, para aterrorizar os lobos."

"Pelo que se nota que os homens ou são aliciados ou aniquilados"

Leia na íntegra:

- O Príncipe em português.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Livro online: Semiótica del discurso jurídico. Análisis retórico de textos constitucionales y judiciales de la República Federal de Alemania; Schrecke


    SEMIÓTICA DEL DISCURSO JURÍDICO. ANÁLISIS RETÓRICO DE TEXTOS CONSTITUCIONALES Y JUDICIALES DE LA REPÚBLICA FEDERAL DE ALEMANIA

    Schreckenberger, Waldemar
    Autor
    Garzón Valdés, Ernesto
    Versión castellana

    ISBN 968-36-0119-7

    Introducción (PDF)

      1. Presupuestos metodológicos generales del análisis semiótico como disciplina básica de la ciencia del derecho
      2. Presupuestoa teórico-linguisticos de la seiótica retórica
      3. Referenicas al contexto teórico-lingüístico y teórico-comunicativo
      4. El modelo semiótico de los signos como marco metódico de referencia
      5. Objetivo de los análisis introductorios

    PRIMERA PARTE
    INTRODUCCIÓN AL ANÁLISIS SEMIÓTICO DE TEXTOS

      Capítulo uno (PDF)
      Análisis del artículo 1o., párrafo, frase 1, de la Ley Fundamental
        1. Estructuras sintácticas (estructura superficial y estructura profunda)
        2. Estructuras semánticas
        3. Estructuras y funciones pragmáticas especiales
      Capítulo dos (PDF)
      Análisis del artículo 2o., parrafo 1, de la Ley Fundamental
        1. Estructuras sintácticas
        2. Estructuras semánticas
        3. Estructuras y funciones pragmáticas generales
        4. Estructuras y funciones pragmáticas especiales
      Capítulo tres (PDF)
      Resumen de los resultados de los análisis introductorios

    SEGUNDA PARTE
    ANÁLISIS DE LAS ESTRUCTURAS RETÓRICAS FUNDAMENTALES DE LA ARGUEMENTACIÓN DEL TRIBUNAL FEDERAL CONSTITUCIONAL

      Capítulo cuatro (PDF)
      Cuestiones metódicas de los análisis
      PRIMERA SECCIÓN: EL MODELO SISTEMOLÓGICO DE ARGUMENTACIÓN (LA RETÓRICA HOLÍSTICA FUNDAMENTAL)
      Capítulo cinco (PDF)
      La arguementación holística
        1. Acerca de la función retórica de los esquemas holísticos y su aporte generativo para la construcción de una sintaxis general de la Constitución
        2. El modelo ternario de arguentación sistemológica. La "libertad general de la acción humana" como esquema central de la retórica holística
        3. Aceca de la validez semántica universal de la sintaxis general de la Constitución
        4. Acerca de la ampliación subsiguiente del alcance semántico y pragmático de la sintaxis general de la Constitución
        5. Acerca del esquema holístico "sistema valorativo"
        6. Visión general acerca de la utilización de los esquemas holísticos "orden" y "sistema"
        7. Visión general acerca de la utilización de otros esquemas con funciones holísticas
      Capítulo seis (PDF)
      La argumentación fundamentalista
        1. Acerca de la utilización de esquemas fundamentales destacados
        2. El catálogo de esquemas fundamentales destacados
        3. Acerca de la "idolatría" de los "principios"
        4. El valor de uso sintáctico de los esquemas fundamentales
        5. Acerca de la función sintáctica de la retórica fundamental
        6. Acerca de las reglas de uso de algunos esquemas fundamentales con especial referencia a las reglas pragmáticas sobre la competencia "pragmática" y "retórica"
        7. Acerca de la formación metateoríca de terminos: la combinación de los esquemas "valor", "principio" y "norma" (PDF)
        8. Acerca de la estructura tempórica de la sintaxis general de la Constitución
        9. Sobre la aplicación general y la función pragmática de las estrategias sistemológicas
        10. Sobre las condiciones pragmáticas de las sintaxis general de la Constitución y su función teórico-básica
      SEGUNDA SECCIÓN: EL MODELO PROBLEMÁTICO DE ARGUMENTACIÓN (TÓPICA RETÓRICA)
      Capítulo siete (PDF)
        1. Introducción
        2. La combinatórica
        3. La preferética
        4. La diatética
      Capírulo ocho (PDF)
      Sobre la relación entre los modelos de arguemntación sistemológicos y problemáticos (la función complementaria de los modelos de argumentación)
      TERCERA SECCIÓN: LA ARGUMENTACIÓN CONFIRMOLÓGICA
      Capítulo nueve (PDF)
        1. Introducción
        2. El sincretismo retórico
        3. Criterios pragmáticos de validez: "cultura", "tradición", "mayor" , "consenso", "concordancia ideológica".
        4. La argumentación confirmológica y el derecho natural
        5. El positivismo cautelar del Tribunal Federal Constitucional
        6. De la sintaxis a la pragmática del lenguaje juridíco

    Bibliografía (PDF)

Livro online:El derecho constitucional consuetudinario (Orozco Henríquez)



    EL DERECHO CONSTITUCIONAL CONSUETUDINARIO, 1A. REIMP.

    Orozco Henríquez, J. Jesús

    ISBN 968-58-0544-X

    CONTENIDO

      Preliminares (PDF)

      Introducción (PDF)

      Capítulo I (PDF)
      Planteamiento del problema

      Capítulo II (PDF)
      La Constitución

        1. Planteamiento
        2. El orden jurídico
        3. Concepto de Constitución
        4. Algunos aspectos sobre la Constitución y el órgano constituyente
        5. La "Constitución" escrita y la Constitución

      Capítulo III (PDF)
      El procedimiento consuetudinario

        1. Significado de "fuentes del derecho"
        2. Algunos aspectos generales sobre la costumbre
        3. Concepto de costumbre
        4. Los elementos del procedimiento consuetudinario
        5. Costumbre e interpretación

      Capítulo IV (PDF)
      La costumbre jurídica

        1. La función de la constumbre en el orden jurídico
        2. La relación entre ley y costumbre
        3. El desuetudo
        4. La costumbre en el derecho mexicano

      Capítulo V (PDF)
      El derecho constitucional consuetudinario

        1. Planteamiento
        2. El establecimiento de la Constitución y su carácter consuetudinario
        3. La substitución consuetudinaria de la Constitución
        4. La modificación consuetudinaria de la Constitución

      Capítulo VI (PDF)
      La costumbre constitucional en el derecho comparado

        1. América Latina
        2. Estados Unidos de América
        3. Europa Constinental
        4. Reino Unido de la Gran Bretaña

      Bibliografía (PDF)

      Fonte: Biblioteca jurídica Virtual

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A Declaração de Direitos francesa segundo Jellinek

Leia na íntegra o livro de Georg Jellinek La Declaración de los Derechos del Hombre e del Ciudadano. Há um farto material crítico e historiográfico das primeiras declarações de direito, além da análise do autor sobre a sua polêmica com Boutmy acerca da originalidade da declaração francesa.